Evolução do Objeto Interativo sem Eletrônica

Para a elaboração do meu primeiro objeto interativo eu tive como objetos de inspiração um anel de coquinho, um óculos e um tênis, e como todos esses objetos estão relacionados às vestimentas e à personalização individual, decidi criar um boneco montável e desmontável passível de ser personalizado a partir de desenhos apagáveis. Assim, o usuário poderia montá-lo a seu gosto e caracterizá-lo desenhando seus traços e vestimentas e, posteriormente, poderia apagar sua criação e fazer algo completamente novo. A imagem ao lado se constitui em uma maquete representativa dessa ideia, sendo que por falta de estabilidade das peças montáveis em função do uso de materiais inadequados, foi criado também um boneco de corpo inteiro a fim de ilustrar melhor o objetivo da proposta. 






Entretanto, como foi exposto em sala de aula, a proposta de dar um "quadro em branco" para as pessoas deixa o objeto sujeito à banalização, uma vez que o objeto em si não estimula nenhuma experiência ou descoberta nova em quem o utiliza. Em virtude disso, decidi abandonar por completo essa ideia e tentar algo novo, então pensei em permanecer com a ideia de decorar algo (que antes estava relacionada à caracterização do corpo) e criei um objeto cuja estrutura lembra o formato de uma árvore, na qual é possível pendurar fitas decorativas para personalizá-lo, o que está representado pela maquete à direita. Entretanto, esse novo objeto não estimula de modo satisfatório a interação com os usuários, sendo necessário melhorar sua estrutura e possibilidades de interação para torná-lo mais atraente e interessante, ou partir para uma nova ideia ao invés de insistir em adaptações. 

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